Réver abre o jogo e revela qual o título mais importante no Galo

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Réver é o segundo maior campeão da história com a camisa do Galo, levantou 11 taças até agora com o clube, mas sem dúvidas as mais importantes vieram na sua trajetória, entre elas; a primeira Libertadores, duas Copas do Brasil e um Brasileirão que o Atlético não via há 50 anos.

O jogador fez duas passagens vitoriosas pelo Galo, já são nove anos defendendo o time alvinegro. Completou mais de 315 jogos, e ainda balançou as redes 30 vezes. Já é um dos maiores zagueiro artilheiro, perdendo apenas para Léo Silva, seu companheiro durante um bom tempo.

“Chego ao Atlético com expectativa muito grande em buscar o espaço, consequentemente sou convocado pra seleção brasileira aí é onde abrem as portas do cenário do futebol, tenho uma identificação muito rápida com a camisa do Atlético onde tudo acaba se firmando”. Comentou o jogador sobre seu início no Galo

Dentre os maiores títulos do Galo, Réver escolheu o mais especial

Réver foi questionado sobre o título que considerava mais importante, ou o mais especial em sua carreira, e revelou que a Libertadores é a maior conquista de sua história, explicando o motivo:

“Por tudo que girava nesse momento da minha carreira, o momento do clube, que era muito questionado pelo fato de não ter uma conquista por muito tempo de expressão. Fico muito feliz de poder ter essa Libertadores com a camisa do Atlético, é um clube que eu amo de paixão, é o meu clube, então sou muito grato por esses momentos, e por essa conquista principalmente, que foi onde o Réver criou uma identificação muito grande com a torcida e com o clube.

Réver esteve também, no título do Campeonato Brasileiro. A torcida sonhou com esse momento por muitos anos e sua conquista foi quase poder respirar novamente. Houveram muitas comemorações e o jogador se sente especial por ter seu nome marcado:

 “É algo que mexe muito comigo, porque eu tenho várias conquistas e essa do campeonato Brasileiro eu não tinha ainda. Disputei tantas, bati na trave tantas vezes também e não conquistei. E nesse meu retorno era algo que eu almejava. Pelo fato da minha filha estar com 11 anos, meu filho com 7, pode entrar no gramado, tocar no troféu, então isso é aí é coisa que não tem preço”.

“Poder chegar novamente a defender as cores do Atlético e conquistar o Brasileiro, é algo que hoje se fala: eu ‘zerei o game’, né? Zerei minha vida”, encerrou o jogador.

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