Atlético-MG abre o jogo sobre volta de Diego Costa

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Diego Costa chegou ao Atlético-MG com grandes expectativas afinal de contas, o atacante de 32 anos vinha de boas passagens por grandes clubes europeus e chegava para reforçar a melhor equipe do país. Apesar disso, o curto período de Diego Costa em BH foi marcado por muitas lesões e poucos minutos em campo: foram apenas 19 jogos, 5 gols e 1 assistência. No começo de 2022 o atacante pediu a recisão de contrato com o Galo alegando não ter se adaptado ao futebol brasileiro.

Sem clube desde que deixou o Atlético, alguns veículos de imprensa ventilaram uma possível volta do atleta à BH, algo que segundo o portal Torcedores.com, foi prontamente rechaçado pela diretoria atleticana que não gostou da forma como o atacante conduziu sua rescisão de contrato.

Diego Costa é alvo de operação da PF

A saída de Diego do Atlético não foi conturbada, mas foi misteriosa, uma vez que o clube acabara de ser campeão brasileiro e da Copa do Brasil. Para muitos, a saída de Diego estava relacionada a um possível envolvimento do atleta na operação “Distração”, da Polícia Federal, em que ele e alguns parentes são investigados por envolvimento suspeito com uma casa de apostas.

Apesar disso, segundo o diretor de futebol do Atlético, Rodrigo Caetano, a recisão de contrato não teve relação nenhuma com a operação. Segundo ele, Diego pediu para sair por conta de problemas de adaptação ao futebol brasileiro.

Diego Costa teve o sigilo de suas contas bancárias quebrado pela Justiça Federal Brasileira. O pedido foi feito após o atacante não conseguir explicar sua relação com a empresa Esportenet, investigada por suspeita de lavagem de dinheiro e evasão de divisas.

A determinação já tramita na justiça desde o ano passado, quando o atacante afirmou ter relação apenas de cliente com o site de apostas Esportenet, mas não soube informar aos investigadores seu login e sua senha para acessar sua conta. Segundo a PF, a dinâmicas das movimentações financeiras realizadas por Diego e outros integrantes do grupo são incompatíveis com a versão dada a justiça.

A suspeita dos investigadores é de que Diego atue como financiador da empresa com sede em Aracaju, algo que ele negou durante seu depoimento.

A Esportenet tem três sócios, sendo um deles Reinan Nascimento dos Santos, natural de Lagarto e familiar do atacante.

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